Foram-se todas as postagens do antigo blog e necessito retroagir e tentar recuperar em letras toda a quantidade de esforços perdidos. Trabalho árduo deverá ser feito para que num futuro de cinco anos eu tenha tamanho número de postagens. A energia de outrora era muito vivaz, a de hoje nem tanto. Entretanto, a essência da escrita permanece, pois o oleiro incide no mesmo, agora cada parágrafo é de difícil empresa, uma empreitada dificultosa. Foi como incinerar biblioteca bem preservada e guardada senão com chaves mas com senha.
Hoje o que tenho a dizer é sobre uma certa cobrança enfileirada que chega de lugares mil e pousa sobre mim para que eu publique as ideias que na verdade sequer existem visivelmente e isso é um fato interessante, pois por não serem visíveis somos julgados tolos pelo silêncio. O silêncio incomoda a plateia; e que plateia seria essa? Um alguém. Na verdade, as ideias se tornam visíveis quando aparecem no momento único da escrita com o portal aberto de outra dimensão e da dimensão que se chega, vem e colabora, ali sim pode coexistir o eixo duplo da existência da ideia. Ali, exerce sua força empreendedora de escrita, vem de lugares distantes, ideias muito gratas, tenras e como brotos de plantas bem verdinhas.
A cobrança passa pela ideia de tolice que passa pelo tolo calado, pelo tolo sentado, pelo tolo olhando, contemplando apenas as coisas como se soubesse algo, mas isso fica tão batido que tudo fica muito pela metade, assim predomina o que ele não oferece, predomina aquilo que ele não concede aos circunstantes. O afã pela glória já existiu nesse homem por exemplo, os excessos, as manias de grandeza que ora o soerguem é que o apalpam para a visitação do pensamento, daí a cobrança, ninguém pode ser assim. Tanto mais ter deletado todas as postagens do blog letras estelares e não poder sequer reler o que sentiu: um blog de muita construção e sentimento.
É um diálogo cortado para sempre, terei de linkar de novo para o mundo aquelas linhas, fabricadas e originadas em estrelas e em letras, para o mundo estelar, grandiosas, fortes, arrasadoras, foi o fim da linha. Um sinal de fraqueza pura de espírito, apagar de luzes de algo espetacular, aquelas postagens antigas tinham muito de mim, carregavam em si dedilhadamente o símbolo e uma expressão.Pode ser que aqui se repitam muito de algumas delas, pode ser que crave ideias e imagens como fotografias e memórias e multiplique aquilo que foi o I e o letras estelares II seja mais forte e elegante do que o anterior. Faltava elegância e mais poesia naquelas cenas, talvez por isso apaguei. Vi muito forte planos dimensionais de extremo atrito existencial e deveras conflituoso.
Agora é hora de muito trabalho, muita empreitada, será difícil, mas não impossível, eis o novo blog.
Hoje o que tenho a dizer é sobre uma certa cobrança enfileirada que chega de lugares mil e pousa sobre mim para que eu publique as ideias que na verdade sequer existem visivelmente e isso é um fato interessante, pois por não serem visíveis somos julgados tolos pelo silêncio. O silêncio incomoda a plateia; e que plateia seria essa? Um alguém. Na verdade, as ideias se tornam visíveis quando aparecem no momento único da escrita com o portal aberto de outra dimensão e da dimensão que se chega, vem e colabora, ali sim pode coexistir o eixo duplo da existência da ideia. Ali, exerce sua força empreendedora de escrita, vem de lugares distantes, ideias muito gratas, tenras e como brotos de plantas bem verdinhas.
A cobrança passa pela ideia de tolice que passa pelo tolo calado, pelo tolo sentado, pelo tolo olhando, contemplando apenas as coisas como se soubesse algo, mas isso fica tão batido que tudo fica muito pela metade, assim predomina o que ele não oferece, predomina aquilo que ele não concede aos circunstantes. O afã pela glória já existiu nesse homem por exemplo, os excessos, as manias de grandeza que ora o soerguem é que o apalpam para a visitação do pensamento, daí a cobrança, ninguém pode ser assim. Tanto mais ter deletado todas as postagens do blog letras estelares e não poder sequer reler o que sentiu: um blog de muita construção e sentimento.
É um diálogo cortado para sempre, terei de linkar de novo para o mundo aquelas linhas, fabricadas e originadas em estrelas e em letras, para o mundo estelar, grandiosas, fortes, arrasadoras, foi o fim da linha. Um sinal de fraqueza pura de espírito, apagar de luzes de algo espetacular, aquelas postagens antigas tinham muito de mim, carregavam em si dedilhadamente o símbolo e uma expressão.Pode ser que aqui se repitam muito de algumas delas, pode ser que crave ideias e imagens como fotografias e memórias e multiplique aquilo que foi o I e o letras estelares II seja mais forte e elegante do que o anterior. Faltava elegância e mais poesia naquelas cenas, talvez por isso apaguei. Vi muito forte planos dimensionais de extremo atrito existencial e deveras conflituoso.
Agora é hora de muito trabalho, muita empreitada, será difícil, mas não impossível, eis o novo blog.
